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3 dicas para fugir da preguiça e começar bem a semana

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Toda semana, o ciclo é o mesmo. Cinco dias de trabalho para dois de descanso. Domingo à noite sempre bate aquela preguiça ao pensar que no outro dia é hora de voltar à rotina. Segundo o coach e consultor de carreira Emerson Weslei Dias, esse desânimo é muito normal. “É muito mais fácil ficar descansando do que trabalhar. O corpo se acostuma e fica complicado voltar na segunda-feira”, justifica.

Por mais que pareça difícil, as obrigações estão aí e você precisa sempre estar motivado para continuar trabalhando. Confira abaixo 3 dicas do consultor para encontrar essa motivação e começar a semana com tudo.

1. Tenha um propósito
O trabalho deve ser encarado como um fator importante para conquistar aquilo que você deseja. Segundo Dias, ter um propósito na vida, mesmo que pequeno, é a motivação necessária para te tirar da cama no começo da semana. “Não há como ter resistência se você encara aquela tarefa como um passo para atingir seus objetivos”, explica. Definido o seu propósito de vida, é muito mais fácil levantar na segunda-feira com o mesmo pique que você teve no final de semana.

2. Aposte na visualização
Já tenho o meu propósito, e agora? Você precisa lembrar dele a todo momento e uma dica importante é usar artifícios visuais para isso. “Colocar post-its ou notas no celular com seus objetivos do ano te impulsionam durante os dias de preguiça”, sugere o consultor. Outra ideia é criar um compromisso público. Ou seja, manifeste a seus amigos e/ou familiares as coisas que você quer realizar. Dessa maneira, as pessoas irão lhe cobrar e você se sentirá mais motivado a trabalhar para concluir seus desejos.

3. Tenha pensamentos afirmativos
Um exercício importante é a afirmação. “É o que você diz para si mesmo naquele momento de preguiça”, explica Dias. Além de pensar em pessoas que te inspiram e em frases motivacionais, pense sempre em pequenos objetivos que você quer cumprir ao longo do ano. Para realizar aquela viagem de férias incrível, você precisa levantar da cama na segunda-feira e se esforçar na semana de trabalho. Segundo o consultor, fechar os olhos e se imaginar em um lugar que te faz bem pode ser uma ajuda extra.

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

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Agende a sua visita

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Sexta-feira é um ótimo dia para organizar e planejar a próxima semana.

Em seu planejamento avalie as despesas que você possui com aluguel, condomínio, IPTU, internet, limpeza, telefonia, luz, água, manutenção e o tempo gasto para administrar todas estas variáveis.

Com certeza você irá concluir que trabalhar no Coworking Consolação é muito mais vantajoso, não só pelo custo e tempo dedicado ao seu negócio, mas também pela troca de experiências e parcerias que você poderá realizar com os nossos coworkers.

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Sala Privativa

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Aqui no Coworking Consolação basta você escolher uma sala privativa ou estação de trabalho e começar a trabalhar!

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5 coisas que destroem a sua produtividade

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Ao longo da rotina de trabalho, pequenos hábitos e atitudes podem atrapalhar a realização de tarefas e o cumprimento  de prazos.

Muitas dessas ações podem até passar despercebidas e não se mostram prejudiciais à primeira vista, mas suas consequências são danosas e geralmente têm potencial nocivo.

O site americano "Inc" listou cinco dos costumes mais frequentes a atrapalhar o bom rendimento profissional e cinco dicas para conseguir dribá-los.

1. Acordar e imediatamente ligar o celular
Levantar da cama cedo pode ser ótimo para ter ânimo pelo resto do dia. Mas não faz muito sentido perder minutos ou até horas de sono só para saber o que há de novo no feed do Instagram ou do Facebook. Solução: adie a hora de checar as redes sociais até o almoço.

2. Pensar que pode fazer tudo
Listas de tarefas podem ajudar, mas acumular várias coisas pode nos paralisar. Fingir que conseguimos fazer tudo acaba com nossa produtividade. Fuja de checklists exageradamente otimistas. Solução: não coloque mais de três coisas na sua lista de tarefas e trace um objetivo maior a cada dia. Aprenda a estabelecer prioridades.

3. Mudar de tarefa frequentemente
Revezar-se entre tarefas, reuniões ou telefonemas nos distrai e impede que se tenha foco para concretizar determinado trabalho, principalmente os que envolvam esforço criativo. Solução: tente agendar reuniões e telefonemas próximos uns aos outros. Assim, sobra mais tempo para tarefas que exijam concentração de longo prazo.

4. Perder tempo com tarefas pequenas
É fácil se embrenhar por tarefas menores e mais prazerosas, deixando de lado o trabalho mais importante. Isso se chama “mentir para si mesmo”. Perder tempo demais com pequenos afazeres pode ser uma distração perigosa. Solução: estipule alguns alvos para atingir a cada mês ou quinzena e avalie aquilo que não ajudará a alcançá-los.

5. Procrastinar as coisas realmente importantes
Provavelmente a tarefa mais importante que você precisa fazer hoje é também a menos empolgante. Como dito no último item, é muito mais fácil se envolver com coisas menos relevantes e mais divertidas, que não trazem o mesmo nível de ansiedade que as outras. Solução: pense em algo que você queira fazer menos ainda. O seu “eu procrastinador” voltará as atenções para aquilo e a tarefa se tornará mais aceitável na comparação.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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3 Segredos para resolver problemas com clientes

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Por mais que você se esforce, nem sempre a relação com o consumidor dá certo. Nesses momentos, é essencial que a pessoa na posição de atendimento saiba lidar com a situação. Ela precisa mostrar ao cliente que ele vai ter a ajuda que deseja – e, ao mesmo tempo, encontrar uma solução que seja positiva também para a empresa. A colunista da Inc. Vanessa Merit Nornberg dá três dicas para preparar qualquer pessoa da equipe para resolver problemas.

1. Ouça primeiro, fale depois
Os conflitos podem causar medo. É por isso que, assim que os empregados se deparam com um cliente raivoso, ou eles se tornam reativos, interrompendo o consumidor, ou fogem, ficando em silêncio. Mas nenhuma das duas atitudes são boas. É preciso ouvir. Só assim será possível entender o problema e a emoção do cliente. Às vezes, um produto que foi enviado com defeito ao consumidor não é a única questão a ser resolvida. Ele pode estar bravo porque estava contando com o item naquele dia ou porque queria dar o produto de presente e passou vergonha. É necessário prestar atenção não só no que o cliente diz, mas também no que ele não diz.

2. Seja específico
Sempre existem diversas maneiras de resolver um problema. Mas, para ter sucesso, é ideal ser bastante específico em todos os passos. É importante fazer perguntas ao cliente e oferecer opções detalhadas. Explique claramente quais serão os próximos passos. É isso que vai fechar a ferida e possivelmente restaurar a confiança do consumidor na empresa. Vanessa, que é dona de uma empresa fabricante de joias, dá um exemplo: se um cliente não recebeu um produto, o funcionário pergunta qual seria o uso desse item e que problemas isso causou. Se o cliente deixou de revender o item naquele dia, o atendente manda não só o item que faltou, mas também outro, gratuito, para repor o faturamento que o cliente perdeu. Ao oferecer essa opção, a funcionária mostra que entende a situação e que está se esforçando de verdade para reparar o erro.

3. Ofereça confiança e compaixão
O cliente irado não quer que o interlocutor vire uma poça de insegurança. Ele quer alguém que entenda a sua raiva, perdoe suas palavras duras e assegure que a empresa o ajudará. Isso só vai acontecer se o funcionário responder com autoconfiança e convicção das suas propostas. Não basta tentar liquidar o problema. É necessário mostrar que a empresa sabe quais são as suas responsabilidades e quer aprender a lição. No exemplo proposto por Vanessa, em vez de a funcionária dizer “Sinto muito pelo inconveniente. Vou mandar os produtos faltantes hoje”, ela precisa falar: “Isso é muito ruim. Peço desculpas pelo nosso erro. Vou te fazer algumas perguntas e decidiremos a melhor maneira de você conseguir o precisa o mais rapidamente possível”. Dessa forma, o cliente se acalma porque sabe que pode contar com a pessoa que está do outro lado.

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios

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Como desenvolver sua inteligência emocional

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Já faz tempo que o QI deixou de ser a melhor medida para avaliar as capacidades de um indivíduo. Graças a pesquisas sobre a inteligência emocional, catapultadas pelo trabalho do psicólogo Daniel Goleman, sabemos que entender as nossas emoções e as dos outros é fundamental para ter sucesso na vida pessoal e profissional.Quando o assunto é a sobrevivência e crescimento de um negócio, os empreendedores precisam não apenas de conhecimentos técnicos, mas saber lidar com pessoas e com emoções. Hoje, nenhum empreendedor sobrevive sem isso.

Todo empreendedor que já passou ou pretende passar daquela fase em que faz tudo sozinho terá que administrar um time. Todo empreendedor terá clientes que demandam uma série de habilidades que vão além de uma expertise específica, como relacionamento e entendimento de cenário. No fundo, tudo isso são habilidades não cognitivas, que costumamos chamar de inteligência emocional.

A boa notícia é que, como quase tudo em nossa vida, a inteligência emocional pode ser praticada e cultivada. Não é fácil mudar nossa maneira de agir e de reagir, mas não é uma missão impossível.

A inteligência emocional tem cinco componentes: autoconhecimento, autocontrole, motivação, empatia e habilidades sociais.

Comece com o autoconhecimento
Para mim, o aspecto mais importante é o autoconhecimento. É o primeiro passo para melhorar. Muita gente me pergunta: mas como desenvolvo o autoconhecimento? Há desde as dicas tradicionais, como ter um coach ou um terapeuta e ter um olhar atento para si mesmo, mas também há tarefas práticas e de curto prazo que você pode realizar para se conhecer melhor.

Uma delas é convidar três ou quatro pessoas próximas a você para descobrir sobre seus pontos fracos e fortes. Pergunte a elas: você me chamaria para te ajudar a resolver que tipo de problema?

E em que situação você jamais lembraria de mim para te ajudar a resolver? Talvez elas digam que você seria ótimo para resolver um conflito entre pessoas. Por outro lado, podem te dizer que jamais te chamariam para organizar um fluxo de trabalho. Esse feedback pode ser um ótimo ponto de partida para começar a entender onde as pessoas mais (e menos) enxergam seu potencial.

Outra alternativa é fazer um inventário comportamental. Existem várias ferramentas de diagnóstico de personalidade. Elas podem dizer muito sobre um indivíduo e dar informações como: você é atento ao detalhe? Dá espaço para o outro? Gosta de construir junto? É centralizador?

Identifique características que você precisa desenvolver e pratique o autocontrole
Uma vez que você começa a perceber as características com as quais você tem mais dificuldade, pode decidir desenvolvê-las. E decidir é uma das palavras chaves no processo de trabalhar a sua inteligência emocional.

Para que haja mudança, é preciso que a pessoa tenha uma vontade genuína de mudar e esteja disposta a praticar novos hábitos. A mudança precisa fazer sentido, seja porque você se incomoda com a maneira como se comporta hoje ou porque realizar melhor o seu trabalho exige o desenvolvimento de outras habilidades. Qual é o seu incentivo para investir tempo e energia nisso?

Para melhorar cada um dos aspectos da inteligência emocional, depois o incentivo, é necessário praticar. Por exemplo, se você percebe ou é alertado por alguém que tende a interagir pouco com as pessoas porque está sempre olhando o celular, tenha como meta diminuir esse hábito.

Da próxima vez que estiver em reunião ou almoçando com o time, deixe o telefone fora do alcance. Dedique sua atenção ao outro. Fazer com que seu cérebro resista ao impulso de pegar o telefone e checar as mensagens é um enorme esforço. Mas vigiar suas atitudes e forçar uma mudança fará com que, em alguns meses, um novo hábito seja criado.

Segundo Daniel Goleman, que citou o exemplo do celular em um de seus artigos, outra ótima forma de praticar é fazer ensaios mentais. Atletas olímpicos, por exemplos, treinam seus movimentos em pensamento, não apenas na hora do treino. Vale também usar bons exemplos. Como uma pessoa que é excelente nessa habilidade que estou querendo melhorar se comportaria nessa situação? Pense nela antes de agir.

Valorize seus pontos fortes e saiba delegar
Conheça e valorize seus pontos fortes, aquelas características que você apresenta naturalmente. São elas que serão o seu diferencial como pessoa ou profissional. Ninguém consegue ser bom em tudo ou mudar completamente sua maneira de ser. Conhecer suas facilidades faz com que você saiba quais funções pode desempenhar sem precisar delegar.

Eu, por exemplo, vejo como meus pontos fortes a comunicação, a criatividade e a paixão por pessoas. Sei que me desenvolvo muito mais vivendo experiências em ambientes diversos do que passando horas lendo livros teóricos. Porém, tenho que me esforçar para organizar meus pensamentos e para cumprir minha agenda de compromissos.

Como essas características são fundamentais para o sucesso do meu negócio, não posso delegá-las. Ao mesmo tempo, tenho dificuldade de cuidar de rotinas e controles operacionais, mas essas funções eu posso delegar. Assim, trouxe pessoas para o time que fazem isso de maneira brilhante.

Ninguém é super-homem ou super-mulher. Sabendo disso, cerque-se de pessoas que possuam habilidades que lhe faltam, para que você aprenda com elas e para que te complementem no dia-a-dia. Um empreendedor não pode achar que, sozinho, vai resolver todos os problemas da empresa.

Para criar empatia, evite a falsidade
Também não adianta tentar enganar a sua essência como pessoa. É preciso encontrar caminhos para o controle e a empatia, por exemplo, com os quais você esteja confortável. Por exemplo, alguém mais tímido não será da noite para o dia uma pessoa que com o olhar já se conecta com alguém, que dá um sorriso largo e já começa a conversar.

Se a timidez incomoda, ela pode procurar um curso de teatro, aprendendo a se relacionar através da representação. Ou, na hora de fazer networking, se é difícil se conectar pessoalmente, por que não tentar um primeiro contato via email, LinkedIn ou através de um amigo em comum?

Peça feedback para continuar o ciclo virtuoso
Para garantir que você está melhorando e continuar o processo de autoconhecimento, busque feedback. Isso lhe permitirá entender como outros enxergam o processo de mudança e te motivará a encontrar novos pontos para melhorar.  Sabemos que, no caso dos empreendedores, motivação para fazer cada dia melhor é o que não falta!

Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

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